Famílias e a Tarumã

Depoimentos

O que as famílias dizem depois de passar pela Tarumã

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Relatos de quem passou pela casa

Depoimentos de famílias que utilizaram as modalidades da Tarumã. Datas de julho a julho de 2025.

CL

Claudia Lemos

Filha de moradora — Londrina, PR

Minha mãe passou pelos onze dias e a gente ficou com o coração na mão na primeira semana. No sexto dia a Margarida ligou para contar como estava sendo — sem que eu precisasse perguntar. Isso para mim disse muito sobre como a casa funciona.

Julho de 2025

RM

Roberto Machado

Filho de morador — Cambé, PR

Meu pai é na vaga-dia há quatro meses. No começo eu achei que ele não ia gostar porque ele é muito do jeito dele. Mas ele começou a perguntar nos outros dias quando seria o próximo dia na Tarumã. A comida do Roberto é o assunto mais comentado em casa.

Junho de 2025

SA

Sônia Aparecida

Moradora — Londrina, PR

Eu mesma escolhi vir. Meus filhos me perguntaram o que eu achei depois dos onze dias e eu disse que queria ficar. O que me convenceu foi poder ir à missa toda semana. Aqui a Ana Paula me acompanha sem eu precisar pedir com antecedência.

Julho de 2025

FP

Fernanda Prado

Neta de moradora — São Paulo, SP

Moro em São Paulo e sempre tive preocupação com minha avó. A conversa mensal que a Margarida faz com a família por vídeo resolveu isso. Não é uma reunião clínica — é uma conversa de verdade. Quando visito Londrina e vejo minha avó, ela parece mais ela mesma.

Julho de 2025

ET

Eduardo Torres

Filho de morador — Londrina, PR

Uma coisa que fez diferença foi saber que poderia visitar meu pai a qualquer hora, sem avisar. No começo eu ia todo dia, meio que para checar. Depois passei a ir menos e a confiar mais — não porque eu desisti, mas porque vi que ele estava bem.

Junho de 2025

MR

Maria das Graças

Moradora — Londrina, PR

Eu gostava de tomar café cedo, às seis e meia. Aqui eles souberam disso na primeira semana e passaram a deixar o café pronto nesse horário. Não precisei pedir duas vezes. É esse tipo de detalhe que faz a diferença quando você está morando em outro lugar.

Julho de 2025

Três trajetórias na Tarumã

Situações distintas, uma mesma filosofia de acolhimento.

Caso A — Vaga-Dia

Dona Irene e a semana que passou a fazer sentido

Situação inicial

Dona Irene ficava sozinha durante o dia enquanto a filha trabalhava. Ela não queria deixar a casa da filha, mas os dias pareciam longos demais sem ninguém para conversar.

O que a Tarumã ofereceu

A família escolheu terças e quintas para a vaga-dia. Dona Irene passou a ter esses dois dias como referência da semana — e nos outros dias ela comentava com a filha o que tinha conversado na casa.

Resultado

Nove meses de vaga-dia. A filha voltou a trabalhar com mais tranquilidade. Dona Irene começou a chamar as outras frequentadoras pelo nome.

Caso B — Onze Dias

Seu Amauri e a decisão que a família adiava

Situação inicial

Seu Amauri vivia sozinho e os filhos moravam fora de Londrina. A família discutia há dois anos o que fazer — mas não queria tomar uma decisão definitiva sem saber se ele se adaptaria.

O que a Tarumã ofereceu

A estada de onze dias serviu como uma resposta concreta à dúvida. A família se reuniu no encerramento e, pela primeira vez, todos estavam na mesma página sobre o que fazer.

Resultado

Seu Amauri passou para a residência mensal depois dos onze dias. A decisão, que parecia impossível, foi tomada de forma tranquila.

Caso C — Residência Mensal

Dona Vera e a rotina que precisava continuar

Situação inicial

Dona Vera tinha hábitos muito específicos: café às seis, missa às oito nas quartas e sábados, almoço às onze e meia. Ela havia passado por outro espaço onde esses horários não foram respeitados e saiu em três semanas.

O que a Tarumã ofereceu

A equipe conversou com a família antes da chegada e anotou toda a rotina. No primeiro dia, o café já estava pronto às seis. As missas foram incluídas no calendário de acompanhamentos.

Resultado

Dona Vera está na residência mensal há mais de um ano. Ela mesma diz que o horário do almoço é o mesmo da casa dela de sempre.

Ficou com alguma dúvida?

A melhor forma de entender se a Tarumã é a escolha certa é uma conversa direta. Ligue, envie um e-mail ou apareça pessoalmente — não é necessário agendar.

Rua Sergipe 728, Centro
Londrina — PR, 86010-570

Segunda a sexta: 8h–18h
Sábado: 8h–13h

40+

Famílias atendidas

6+

Anos de casa

3

Modalidades

0

Restrições de visita

Registro municipal ativo

A Tarumã opera com registro regularizado junto à Prefeitura de Londrina e cumpre as normas de funcionamento para residências de hospitalidade.

Equipe com formação em gerontologia

A coordenação tem formação específica em gerontologia social, com mais de uma década de atuação na área antes de abrir a casa.

Política clara de privacidade

Informações dos moradores são compartilhadas apenas com os familiares designados. Não há divulgação de dados pessoais a terceiros.

Quer conversar com a equipe?

Não precisa ter uma decisão formada antes de ligar. A maioria das famílias começa com dúvidas e a conversa ajuda a organizar o que importa.

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